Como os ocidentais não faziam isso, estavam condenados a uma vida mais ou menos.
Não sou a primeira pessoa a falar da reportagem que segue e, enquanto algo não for feito, infelizmente não serei a última. Diante disso, quero te convidar a fazer da sua vida um altar, um encontro tamanho com Deus, com o Amor, de forma que você possa, além de se indignar - porque isso é o mínimo -, meditar e agir. E não precisa ser apenas na China.
Como alguém disse - e acho que foi parafraseado no "Lágrimas ao sol" -, para que o mal triunfe, basta que o bem não faça nada.
Ah Long é um garoto chinês de 6 anos que perdeu os pais para a AIDS. Ele nasceu com HIV e nem sequer sua avó de 84 anos quer viver com ele porque tem medo de pegar a doença. Ele vive na cabana dos seus pais na Província de Guangxi, China, e recebe 70 yuans mensalmente (aproximadamente 17,50 reais) do governo. Outros aldeãos, tão ignorantes quanto a avó e que também desconhecem a forma de contágio da AIDS, também têm medo da convivêncai com o menino que não recebe a ajuda de ninguém. Sua única companhia é um fiel amigo cachorro.
Apesar de que a avó não deixe o garoto viver com ela, de vez em quando ela o visita para ajudá-lo a plantar alguns legumes e fazer alguma comida. Ah Ling também foi degredado pela escola local que não deixa que o menino frequente às aulas, porque outros pais prometeram matá-lo caso frequentasse as salas de aula junto a seus filhos.
Ah Long praticamente teve que aprender a fazer tudo sozinho: plantar, cozinhar, cuidar das galinhas e se banhar.
Seu melhor e único amigo é Lao Hei, um cão vira-lata que não abandona Ah Long por nada.
Para sorte de Ah Long, existem também muitas pessoas bondosas no outro lado do mundo, que vez em quando levam roupas, alimentos e cobertores para ele.
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